quarta-feira, julho 19, 2006

You're the one


And then you said it...
Out loud to my soul
But completely deaf to every other mortal.

And then time stopped...
My smile exploded,
Though to everyone else, my lips never moved

And the car kept on going
And the images flew rapidly through the window
And my heart kept on speeding
And our memories passed through your eyes like shadows

They showed me what my heart already knew and my soul had just heard...
...
You're the one!

quinta-feira, junho 22, 2006

The Beginning

In the Beginning there was light
A tickling, funny and bright light

And there was love
A warmth, fuzzy and tight feeling above

And there were colours
Happy, glowing and many, all made ours

In the beginning there was hope
Unconditional, undoubtedly and eternal hope

I like it here. Let’s never go into the middle!!

Missing you...

.
Miss you in my arms
Miss you in my mouth
Miss your every part
Clear and out loud

Miss you absence in my mind
Miss your inexistence in my heart
Miss the one they say it's blind
Miss you more then 7th art

I need you to hold me
I need you to call me
I need you to need me
Or else to vanish, just leave me....
.
From my body
My heart, my spirit and mind
My soul, my life!

Take all you want with you,
(don't care)
But go...
Just go! . .

terça-feira, junho 13, 2006

"Just" to You, my "also" :)



In the early morning I wonder
Late at night I wonder
I close my eyes and I wonder
I open my eyes and I wonder
I'm full of wonder
And that wonderful is you!

segunda-feira, março 06, 2006

E se um estranho te toca e diz


"vamos fugir pelo mundo fora... vamos conquistar um espaço nosso, pedaços desses sonhos de outrora..."
.
Que fazes?! Que sentes?! Que pensas?!
.
Acreditas e segues a magia do momento, ou suspeitas e foges da hipótese de mais um lamento?

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Pela estrada fora (parte 2)

Porque reconheço nela o reflexo de um olhar perdido,
Por entre sorrisos antigos, de um amanhecer tardio.
Porque quero e sei poder resgatar esse brilho esquecido,
Por entre palavras outrora ditas num espaço nosso, agora vazio.

Porque desejo sempre caminhar na ousadia do amor,
Traçando os trilhos árduos de um viver apaixonado.
Porque insisto nesse sorriso desmedido de um sentir maior,
Travando batalhas eternas desse EU jamais abandonado. (?)

Porque acredito nessa chama que me povoa de sonhos,
Que me incendeia o peito, alimenta a alma
E indica o caminho para alcançá-los,

Por tudo isto e mais,
Vou levantar-me e seguir a estrada
A que hei-de sempre construir
E desistir jamais,
Rumo ao horizonte delineado,
Contigo, lado a lado…
.
Porque caminhar depende de nós!

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Desafio aceite!

(parcialmente! Porque as respostas serão curtas e breves e eu normalmente gosto de desenvolver... )


Quatro empregos que já tive na vida:
Nunca tive emprego a sério. Apenas alguns trabalhos pontuais.
Tenho sim experiências de estágios (curriculares e não só) e voluntariado em diferentes contextos.

Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
1. Eternal sunshine of the Spotless mind
2. Elizabeth Town
3. La vitta e bella
4. The last Samurai

Quatro sítios onde vivi:
Nunca mudei de casa, por isso,
1. Porto
2. Porto
3. Porto
4. Porto

Quatro séries televisivas que não perco:
1. Seinfeld
2. Pretender
3. CSI
4. X-files

Quatro sítios onde estive de férias:
1. Portugal sempre
2. Galicia e Asturias
3. Polónia
4. Hungria

Quatro dos meus pratos preferidos:
1. Creme de alho francês
2. Lasanha vegetariana
3. Filetes de tamboril com arroz do mesmo
4. Courgette recheada

Quatro Websites que visito diariamente:
1. www.google.pt
2. http://www.hotmail.com/
3. http://www.olhares.com/
4. http://lazer.publico.clix.pt/

Quatro sítios onde gostaria de estar agora:
1. a andar de patins na Foz
2. a passear pelo Gerês
3. a curtir moto4 no monte
4. a preparar o jantar em frente à lareira

Quatro bloggers a quem convido a fazer este questionário:
1. Dreamer http://fugiremos.blogspot.com/
2. João http://emotionseeker.blogspot.com/
3. Walter http://waltergarcia.blogspot.com/
4. Abílio http://poemas2.blogspot.com/

O desafio está lançado!

quarta-feira, janeiro 25, 2006

No meu sonho


No meu sonho,
Agarras-me determinado,
Entregas-te sem medo,
Possuis-me apaixonado,
Amas-me em segredo.

No meu sonho,
o teu espaço é o meu corpo
o teu tempo é o meu pulsar
o teu alimento é o meu amor
o teu descanso é o meu respirar

No meu sonho
há sol, mas não amanhecer
há estrelas, mas não anoitecer

porque tu és a minha luz e o meu calor.
Tudo o resto é um nada sem valor!

segunda-feira, dezembro 05, 2005



Outrora imponentes, agora cortadas
À chuva largadas, dormentes

Como doces palavras em tempos trocadas
Agora esquecidas por corações doentes

Tudo na vida passa,
Tudo no mundo parece ter fim,
Só a escuridão da noite não é escassa
Quando preciso que a aurora do teu amor raie em mim

Mas a lenha arde
Mesmo molhada arde
O coração bate
Mesmo magoado bate
E a chuva cai
Mesmo sem chover, cai

São lágrimas amor
Por te ver chorar
Por te sentir em dor

terça-feira, novembro 29, 2005

Força Cósmica

Hoje vi um filme.
uma comédia romântica igual a tantas outras. Nada de especial, diria por certo e, no entanto, fez-me pensar. Será que vou encontrar a minha força cósmica? Será que já a conheço? Será que és tu o meu cometa halley?
Sigo rumo a casa, desnorteada pelos pensamentos.
Confronto-os com esta pergunta, esta busca, ânsia colectiva, mas distinta em cada um de nós! Desconversam. Volto a perguntar. Ela responde um sim outorgado. Ele responde um não irónico. Nenhum afirma ou nega simplesmente. Recolho-me ao lugar traseiro, ou talvez demasiado dianteiro perante quem parece ter desistido de questionar, de querer mais, de sonhar. Limito-me a esse espaço físico, mas não cedo a prisões e fujo. Deixo-me ir até onde o olhar me consegue levar e busco no brilho das estrelas a força que preciso para seguir em frente e lutar. Choro. Não sei porquê, mas choro. Ou até sei, mas rejeito. O carro pára. Chegamos a casa. Limpo o rosto. Apago as lágrimas escritas a lápis, num conhecido chorar calado. Abro a garagem. Estaciono o carro e também o sal e a água derramados. Subo as escadas pesada. Entro no quarto triste. Páro o tempo e despeço-me do mundo lá fora. Fecho a porta. Olho à volta e sorrio. Dispo-me. Cubro-me de azul e verde e adormeço embalada pelo violeta que sempre me abraça. Até amanhã!

segunda-feira, novembro 21, 2005

Dôr, negra dôr

Acordei cansada pelo que não dormi
Adormeci esgotada por tudo o que vi e senti

Sonhei vestida só de dôr e lágrimas
Regressei despida de esperanças válidas

Deitei-me esmagada de cruéis palavras
Levantei-me sufocada de imagens vis e bravas

Pedi e tentei com a razão reanimar
Mas entre eles já nada há para conciliar

E agora choro, desespero e (quase) desisto
E amanhã luto de novo, assim espero e persisto

segunda-feira, novembro 14, 2005

Não me perguntes... beija-me!



Perguntas se te amo
Perguntas-me se desejo, se te quero.
Digo que te sinto,
Respondo-te que anseio, que te espero.







Perguntas-me por que não amanhã como hoje
Por que não o sempre, em vez do talvez presente… esse quase nunca, como lhe chamas!
Digo-te que isso não importa, que o amanhã virá quando se extinguir o ontem.







Perguntas se te amo
Perguntas-me se desejo, se te quero.
Repito que te sinto,
Explico-te o que anseio, o que espero.







Lembro-te que o amar é presente e eu quero sempre vivê-lo hoje.
Se fizermos dele agora, teremos sempre o depois nas mãos, como queremos.
Se nos afligirmos com o amanhã, então fugir-nos-á do corpo para longe,
Eclipsar-se-á do espírito e morrerá no tempo que não nos demos.





Perguntas-me novamente…

Shhhhhhh...

Não me perguntes...

Não desperdices um beijo.





quarta-feira, novembro 09, 2005

Visões


Da minha janela vejo as árvores,
ouço conversas de pardais
e rodeio-me de natureza.

Da minha cama vejo o espelho,
leio o que me vai na alma
e liberto fantasias.

Do meu quarto vejo o céu,
sinto desejos vendavais
e perco-me com certeza.

Do meu mundo vejo o universo,
pinto-me nele com calma
e saboreio sinfonias.


De todo o lado te vejo. Em toda a parte te sinto.
És tu nas minhas visões.

sexta-feira, novembro 04, 2005

Pela estrada fora

Erik Reis
Porque caminhar depende de nós,
Porque a estrada existe sempre, se a quisermos percorrer
Porque o horizonte está ao nosso alcance, mesmo no nevoeiro dos sentimentos, no fumo dos pensamentos. Se ousarmos agarrá-lo, ele sorri-nos por entre as dúvidas e medos…

E uma luz ganha força
e conseguimos segui-la, descobrir a sua origem…
A esperança de um coração que bate por amor...
Em nós!

quarta-feira, novembro 02, 2005

Saudades minhas

autor desconhecido
Como queima esse sentir que despoletas
Como me oxigena esse teu abraço viciante
Como me ilumina essa tua luz que libertas
Como me veste teu toque, esse teu beijo inebriante

Porque não te consigo eu deixar partir?
Porque adormeço a sonhar com o teu abraço?
Porque acordo eu sempre a recordar o teu sorrir?
Porque continuo assim, como que perdida no espaço?

E tu, onde estás? Como estás?
Saberás tu o que são saudades?
Serei eu também doce nostalgia?
Terás tu saudades minhas?

sexta-feira, outubro 28, 2005

Deixa-me...


Não...
Deixa-me!
Não me negues a chuva.
Deixa-a correr pelo meu corpo,
Lembrar-me cada recanto dele, cada sensação que pilhaste.
Deixa-a levar as lágrimas secas em que esvaio o vazio que trago dentro.
Não…
Deixa-me!
Não me abrigues da chuva.
Essa água traz vida, traz alma celestial, sentida.
A que tive, a que te dei, a que perdi como numa dívida
Porque amar é jogar e eu em tempos te amei.
Não…
Deixa-me!
Não me raptes da chuva.
É ela que me abraça, que me beija, que me liberta
De ti, de mim, desse sonho acabado sem fim.
Não...
Deixa-me…
Leva o que quiseres, mas sai de mim!
Deixa-me…
Não te quero mais
Deixa-me… por favor, deixa-me…

sexta-feira, outubro 21, 2005

Sacerdotisa

http://www.olhares.com/sinais_do_corpo/foto21872.html

Cruzo as pernas,
Abro os braços.
Fecho os olhos,
Liberto a alma.
Sorrio com o corpo,
Convido com o espírito.
Entrego-me a ti Amor.
Sou tua sacerdotisa!

Usa-me

Dissemina a tua luz pelos demais.
Povoa o mundo do sentir arrebatado que te celebra.
Inunda de fé o coração cravado de dor, fechado sobre si mesmo.
Liberta-o. Rouba-lhe o medo. Oferece-lhe o sentir, a pele das emoções
O batimento do viver, o único e sublime viver … o teu!

quinta-feira, outubro 20, 2005

Um novo ser... colorido


Se até os pintainhos são pintados de mil cores porque continuo monocromática?
Porque arrasto o cinzento no coração, órgão defunto, esquecido na escuridão,
Nas trevas pintadas pelo teu sorriso ausente, pelo teu olhar longínquo, pelo teu toque inexistente, pelo teu amar retraído…
A mim os corantes, a mim os aditivos coloridos, a mim a luz que sorveste, num acto egoísta, repetido ao expoente narcísico em que vives, esgotado ao limite da minha dádiva, na totalidade da minha entrega

Lua fala às nuvens, interpela o sol,
Marca um encontro, faz nascer o arco-íris
Deixa-me lá entrar pelo brilho da tua mão
Único sustento de um pulsar fraco.
Deixa-me colorir a tua luz prateada
Renascer de novo e abraçar o mundo,
Amar de Novo!

sábado, outubro 15, 2005

Murmúrios da Lua... 5!

http://www.liviaalessandrini.com/media/ricercamedia.asp?ricerca=Time

Somos o tempo encarnado, a sua conjugação nos diferentes modos verbais.
Somos o que fomos e o que deixamos de ser ontem para ser o que somos hoje e o que poderemos ser amanhã.
Somos o Passado, o Presente e o Futuro. O momento vivido e o que deixamos por viver, presente não agarrado, mas que se cola a nós tanto ou mais do que o experimentado, que por vezes perde o sabor, ao prová-lo; perde o significado, ao desvendá-lo.

Ah, mas é tão mais bom descobrir, torná-lo presente, mesmo quando não também futuro.
Falo de momentos, da força do ímpeto, da coragem de seguir o instinto, o nosso íntimo.

A vida é a agilidade contorcida de circunstâncias, de instantes materializados em nós, que potenciamos, ou diminuímos e o tempo é relativo e rebelde.

Demora-se quando o queremos ver fugir e corre quando o desejamos dividir em milésimos, vivendo cada um deles como horas, prolongando o prazer que flui, que nem sempre volta...

e então ansiamos o regresso, revivemos o que ainda se prolonga, o que ainda nos povoa, se contorce em nós, por vezes vorazmente, consumindo até ao mais profundo do nosso ser e não há palavras, sons, gestos que expiem esse martírio visceral que se adensa a cada fôlego de resistência bélica.

Foi um momento que me fez criar um novo recanto para mim, neste espaço onde o silêncio tem sons de clics e bacs, onde os sorrisos são reflexos imaginados e o toque alcança "logo" a nossa alma.

Assim surgiu o Murmúrios da Lua.
Murmúrios porque são ditos no silêncio do mundo, na melodia da alma; porque são mistérios segredados ao ouvido de quem escuta mudo, de quem também se confessa à Lua, de quem também se perde no seu brilho...

Aqui me revelo e me descubro nas imagens, nas palavras e nas viagens.
Viagens que um diálogo prateado abençoou.
Entre conversas de astros e registos terrenos, pouco depois do primeiro murmúrio, decidi navegar em não mais do que uma mão de clics. Eis os destinos dessas jornadas

http://fugiremos.blogspot.com

http://euviumgato.blogspot.com/

http://waltergarcia.blogspot.com/

http://joaninhavoavoa.blogs.sapo.pt/

http://www.insideoutme.blogspot.com/

Ainda não "falei" com todos, mas fá-lo-ei pouco a pouco para contar o acaso, para comentar as partilhas, para descobrir um pouco mais desses mundos. Em todo caso, já adicionei os seus endereços neste espaço porque afinal são (para mim) um murmúrio da Lua.

sexta-feira, outubro 14, 2005

Falso despertar

Acordei submersa, rodeada de desconhecidos, alucinações reais de medo, de sensações que quero olvidar, levar comigo, aquela que fui e quero apagar, a que ainda te abraça, a que te estende sempre a mão, a que salta para o abismo… os teus braços, o teu mundo inseguro de sentir, retraído em dádivas.

Porque não me deixa ela? Porque não se eclipsa? Porque não me presenteia com o conforto de um suicídio? Acto explícito, de uma irreversibilidade premente para o renascimento, para a continuidade sã de uma mente cansada, de uma alma estropiada de existir, mas que ainda pode ter, ainda pode ser, ainda quer viver, um dia de cada vez, momento a momento, reavendo um a um, cada sentido sumido, cada sonho esventrado.

Acordei submersa, despojada de esperança, paralisada de movimentos, mas o mar é imenso e não apenas povoado de estranhos. Há amigos, há recantos, portos de abrigo e esses reconhecem o brilho que se desvanece e resgatam-me do mergulho em que me perdi, de um afogamento quase certo e de repente, sei onde me encontro, para onde rumo e num sorriso imaginado, liberto-me das amarras, atinjo a superfície e abro os olhos… acordo de verdade… adormeço mais tranquila…

quarta-feira, outubro 12, 2005

Metamorfose

http://www.olhares.com/metamorphosis/foto352718.html


Cai a noite na minha alma...
O corpo ressente-se da privação do teu toque;
Contrai-se na inspiração do sentir que provou outrora;
Encolhe-se a cada memória que exala e não mais resgata;
Enrola-se sobre si mesmo, na ausência do teu existir que o devora ;
Cancela os sentidos num suicídio do passado que o atormenta e assalta, que não mais voltará depois da mudança que opera no casulo onde se encerra.
.
É a metamorfose de um sentimento futuramente alheio, de uma alma brevemente regenerada.
.
.
Não temo os movimentos contorcidos do presente.
Eles darão lugar às asas imponentes que abrirei estreando uma nova brisa celestial que me insuflará de aromas, que me levitará de luz, para uma vez mais voar… amar!

terça-feira, outubro 11, 2005

Nas margens da vida... flutuo submersa


Nas margens da vida, lago de emoções, de momentos levados por trilhos cavados, feitos rios, de instantes que desaguam algures em riachos de nenhures, perdidos por entre correntes de incertezas, de adeus proferidos em silêncio, assinados pela ausência imposta… jamais sequer proposta!
.
Nas margens da vida há sinais do epicentro desse sentir que instigas, nas memórias vivas de tempos passados, mas ainda presentes, resgatados em quimeras húmidas, em prazeres molhados, agora saudades vertidas em lágrimas salgadas de suspiros e soluços contidos.
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Volta à orla do meu mundo, mergulha de novo em mim, agita as águas paradas desde a tua ausência, estagnadas por querer, por não te deixar perder, por não te querer ver desaparecer…
.
Volta amor…

segunda-feira, outubro 10, 2005

No palco da vida... nos teus braços!


No palco da vida há luzes, há aromas, há melodias diversas, há um sem fim de sensações, há um mar de outros, mas eu, eu só me encontro na tua luz, só me sinto no sabor dos teus beijos, só ouço as tuas notas… só me quero perder em ti, nas sensações vitais do teu toque… Quero-te!

Deixa-me viver.. abraça-me!